Carnaval
chegando e semanas antes já vemos a alegria dos foliões nas ruas, em bares e em
vários cantos do Brasil. Não tem como não ficar animado com tanta diversão, se
empolgar e dançar ao som de um ritmo estimulante. As cores, o brilho e o
glamour estonteante das fantasias, te fazem fugir do comum e te lançam para um
clima de puro êxtase e, é claro, vamos beber só
uma cervejinha, uma caipirinha ou um drink de álcool.
Tudo começa em festa tomando um drink dosado que logo pode extrapolar,
em um piscar de olhos, afinal de contas é Carnaval e tudo pode acontecer. É nesta
cena de euforia que pesa minha preocupação e a de muitos que tiveram perdas
irreparáveis por culpa do álcool.
Evidentemente, muitas pessoas sabem controlar o
consumo de álcool, contudo outras não! O que induz à hipótese de um desfecho
sem controle. Evidentemente você consegue se controlar, contudo não pode
controlar o consumo do outro. Neste momento o mais indicado seria que os que
passam da medida de consumo de álcool tivessem a consciência e abandonassem
o hábito da bebida de vez. Isto sim, seria o método mais eficiente para a
maioria das pessoas, porém isto significa estar vivendo num sonho em Utopia,
correto?
O álcool sempre será um fator que potencializa as atitudes
ruins de um indivíduo, como por exemplo, quando um dirigi embriagado, acaba
praticando delitos no trânsito e, inclusive, se envolve em brigas, agride
fisicamente alguém, fere e até mata alguém. Vejamos e convenhamos, tudo isso é
muito comum, quando há bebida alcóolica envolvida em festas como o Carnaval. Assim
Não beber, nesse caso, significa diminuir, consideravelmente, as chances de
desrespeitar a si próprio, sua família e o próximo.
Neste
momento eu faço uma reflexão em minha mente e me remeto À DECLARAÇÃO DE
INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA na parte onde diz:
“Consideramos
estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados
iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre
estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade.”
É
notório que o número de homicídios é considerado como o melhor indicador
internacional para dimensionar a violência em qualquer parte do planeta. Dados
do censo sempre nos mostraram importante porcentagem de mortes violentas em
trânsito e os assassinatos estimulados por alcoolemia positiva. Ainda há um
percentual de resultados que indicam serem as vítimas as que estavam
vulneráveis sob efeito do álcool. Também foram encontrados números maiores de homens
do que mulheres que foram vítimas de homicídio por estarem sob efeito do álcool. Os
índices, igualmente, apontam para suicidas e vítimas de afogamento por efeito
do álcool. Pensem que estes são dando de várias pesquisas e estáticas que diariamente
assistimos.
A
incidência de violência doméstica tem sido considerada bem maior em abusadores
de dosagem de álcool. E nestes casos não existe distinção entre sociedades, culturas
e grupos econômicos. Casos de violência doméstica, de violência sexual, de
violência física e de violência emocional têm seu fator indutor de
agressividade e violência pela consequência do uso de álcool.
O
uso de álcool, muitas vezes, está associado ao aumento de acidentes de trânsito
e, consequentemente, ao aumento de infrações penais, pois há uma clara
associação do estado de embriagues no que se refere ao risco de acidente e à
sua gravidade. Estudos dos fatores humanos causadores de acidentes de trânsito
consideram que estes acidentes são causadores de uma fração substancial de
morbidade e mortalidade, e são responsáveis por mais anos de vida perdidos do
que a maioria das doenças. Obviamente dentre as vítimas fatais se encontra a
prevalência de doses de ingestão de álcool.
Pensando
e pesando tudo isto, eu lanço uma campanha, que tal um Carnaval regado de todo
tipo de bebida sem álcool? Que tal um café que também é estimulante?
Bom
Carnaval! Vivam e deixem os outros com vida!
Obs:
aqui no meu Blog tem outra matéria sobre a Lei Seca:
ÁLCOOL x DIREÇÃO.
ÁLCOOL x DIREÇÃO.
Aproveitem
a leitura!
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